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7 passos para investir no imóvel certo para locação

  • Foto do escritor: Deividi Guedes
    Deividi Guedes
  • 31 de jul. de 2019
  • 3 min de leitura

Investir em imóveis pode ser uma interessante opção para quem já tem um patrimônio consolidado, em especial dentro de uma estratégia de diversificação, como parte geradora de renda. Porém, nem sempre comprar um imóvel para essa finalidade é garantia de retorno satisfatório. Se mal escolhido, o imóvel pode se tornar um passivo (gerar despesas). Se bem escolhido, pode ser a melhor opção para geração de renda mensal da carteira de um investidor. Mas como minimizar os riscos e acertar na escolha? Se você se interessa por essa modalidade de investimento, preparamos 7 dicas que vão te ajudar a ter os melhores resultados.


1. Escolha a melhor localização


A localização está diretamente ligada à demanda de inquilinos. Quanto mais próximo à faculdades/universidades, farmácias, agências bancárias e shoppings centers, maior será a procura e maior será o preço que você pode cobrar pelo aluguel do imóvel.



2. Compre mobiliado


Você já está investindo na compra do imóvel. Vale a pena investir em móveis também? A resposta é: sim! Estudos apontam que imóveis mobiliados são alugados por valores mais altos em comparação à não mobiliados, e isso traz retorno positivo ao longo do tempo para o proprietário. Além disso, existem demandas exclusivas por soluções mais completas e que podem trazer ao investidor um retorno ainda mais expressivo comparado à locação convencional (falaremos mais a seguir).



3. Imóveis compactos têm melhor custo/benefício


Estudando um pouco o mercado não é difícil concluir que o retorno percentual de imóveis compactos tende a ser maior. Para ilustrar, imagine uma região onde o preço por m² é de R$ 10 mil. Logo, um apartamento com 30m² custaria R$ 300 mil, e um apartamento com área de 90m² teria seu preço na casa de R$ 900 mil. Faz sentido dizer que se o imóvel menor for locado por R$ 2 mil/mês, o maior será locado por R$ 6 mil/mês? Caso você não conheça tanto do mercado imobiliário, eu te ajudo: a resposta é não. Sendo assim, além de mais liquidez, os compactos trazem também uma taxa de retorno mais atrativa.



4. Fique de olho nas tendências


Quem poderia, alguns anos atrás, imaginar que iríamos nos locomover através de aplicativos, ou que ouviríamos música no celular e assistiríamos a séries e filmes a qualquer momento por meio de assinaturas que permitem acesso rápido e a preços atrativos? Ou mesmo que ficaríamos hospedados em apartamentos aconchegantes e seguros, custando menos que hotéis, tudo via poucos cliques na tela do smartphone? Isso tudo faz parte da nossa realidade, do nosso dia a dia. E você pode lucrar (bastante) com isso. Existem aplicativos que encontram seu inquilino/hóspede para locação por temporada/diária. Se seu apartamento tiver atrativos suficientes (como os tópicos descritos neste texto) para essa modalidade, você pode explorar a opção, que pode superar em até 60% o retorno se comparado à locação convencional.



5. Busque um imóvel com atrativos e áreas de lazer


Olhe para o imóvel como um negócio, afinal, seu objetivo principal é a renda que ele pode gerar, certo? E como em todo negócio, fidelizar o cliente é imprescindível para se ter sucesso. Sendo assim, procure por imóveis com algo a mais, que possam encantar quem pretende usufruir da estrutura. Apartamentos em prédios com áreas de lazer, lavanderia, espaços para pets e até mesmo serviços (como limpeza do apto) disponíveis aos moradores são cada vez mais comuns, principalmente nas grandes cidades.



6. Saiba calcular o retorno


O retorno é um dos principais itens – se não o principal – a ser observado. Aqui qualquer erro de cálculo pode custar caro, então estude o mercado, analise todos os demais itens e trace cenários. Não esqueça que aluguel não é renda fixa e que um bom imóvel no lugar certo também valoriza. Se tiver dificuldades peça ajuda a um especialista, mas jamais deixe de lado estes cálculos e análises das variáveis que os envolvem.



7. O imóvel precisa ser a melhor opção para o seu inquilino, não para você


Parece besteira, mas boa parte dos investidores desta modalidade não pensa na demanda e estilo de vida dos inquilinos, e sim nos seus próprios gostos e hábitos. É claro que ninguém precisa comprar algo que não agrade, mas comprar pensando em si e não em quem vai alugar não é nada inteligente. Afinal, mais vale um ativo que não lhe agrade tanto em algum aspecto gerando renda do que um que atenda a todas as suas expectativas pessoais e não as de quem vai morar – e por consequência vazio -.

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